terça-feira, 21 de outubro de 2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

MPF aciona Mendonça por improbidade administrativa

O Ministério Público Federal em Sergipe (MPF-SE) impetrou ontem, na 2ª Vara da Justiça Federal, uma ação de improbidade administrativa contra o atual deputado federal Mendonça Prado (DEM). A ação é referente à sua gestão como secretário estadual de Administração e alcança também o então superintendente de Compras Centralizadas, Luciano Paz Xavier, e o ex-presidente da Agência de Tecnologia da Informação de Sergipe (Agetis), João Anízio Torres Dantas. As investigações vinham ocorrendo desde 2006 quando a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet impetrou uma representação contra o processo de adesão do Estado de Sergipe ao registro de preços realizado pela Agência Goiana de Administração e Negócios Públicos. O procedimento, na época, visava à compra de 2.500 computadores da marca Itautec. De acordo com o MPF, no decorrer das investigações, constatou-se que os ex-gestores se utilizaram da adesão para “dissimular verdadeira contratação direta da empresa Itautec” e, nesse intuito, segundo o MPF, “violaram as legislações federal e estadual”, sem se atentarem para a realização de pesquisa de mercado, emissão de parecer pelo corpo técnico da Agetis e comprovação da regularidade fiscal da contratada perante a Fazenda Nacional. Na ação, o Ministério Público Federal destacou que Mendonça, na condição de secretário, “apesar de ter tomado conhecimento do posicionamento contrário do corpo técnico da Agetis, por não ter sido realizada a pesquisa de preços e comprovada a regularidade fiscal da Itautec perante a Fazenda Nacional, decidiu concretizar a adesão, que resultou na aquisição de 2.083 computadores, sendo que 678 unidades foram pagas com recursos federais de diversos convênios”. Já o ex-superintendente de Compras Centralizadas e o ex-diretor da Agetis, segundo os procuradores que assinam a ação, são acusados de “agir de forma a possibilitar a contratação da Itautec, tendo também concorrido para as irregularidades no processo de adesão”. Eles teriam atestado a contratação, mesmo sem haver cumprido os ditames necessários para a compra, como os técnicos da Agetis tinham alertado. “Além disso, os três réus permitiram que diversos órgãos e entidades da administração direta e indireta, incluindo a própria Secretaria de Estado da Administração e a Agetis, emitissem ordens de fornecimento antes mesmo da assinatura da adesão”, acentua a ação do MPF. Se condenados, os três poderão perder a função pública, ter os direitos políticos suspensos de três a cinco anos, pagar multa civil de até 100 vezes o valor da remuneração percebida e serem proibidos de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de três anos.
Jornal da Cidade.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Ao menos 25 pessoas ficaram feridas no confronto entre policiais militares e civis na tarde desta quinta-feira (16), nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual paulista, na zona sul. O número é de reportagem publicada nesta sexta-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Mesmo com o enfrentamento, o primeiro entre as forças policiais em SP, a Polícia Civil decidiu não encerrar a greve, que já dura um mês. Lideranças dos policiais civis em greve afirmaram que a paralisação da categoria no Estado de São Paulo vai continuar. "Mais do que nunca, agora a greve vai continuar", disse o presidente do Sindicato dos Investigadores de São Paulo, João Rebouças.
Repórter Paulo Toledo faz relato do confronto; ouça
A intenção dos policiais civis era pressionar o governo a retomar as negociações e, para isso, pretendiam ser recebidos pelo governador José Serra (PSDB). A Polícia Militar foi chamada para impedir que a passeata --com cerca de 2.000 policiais-- se aproximasse da sede do governo.
Leandro Moraes/Folha Imagem
Policiais militares usam bombas de efeito moral e balas de borracha para dispersar policiais civis grevistas durante manifestação em SP
A marcha era escoltada por policiais de dois grupos de elite da Polícia Civil --GOE (Grupo de Operações Especiais) e Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos)-- que tentaram impedir a subida dos grevistas à sede do governo, bloqueando as vias com as motos da polícia.
No choque entre policiais civis e PMs foram usadas bombas de efeito moral (gás lacrimogêneo), balas de borracha e a cavalaria para conter os policiais grevistas. O confronto danificou viaturas da Polícia Militar, do GOE e do Garra danificadas.
Treze vítimas foram levadas para o hospital Albert Einstein, próximo ao local do protesto; cinco foram atendidas no hospital Itacolomy Butantã e outras cinco na unidade Morumbi do hospital São Luiz.
No final da noite desta quinta, a assessoria do Albert Einstein informou que todos os feridos apresentam quadro de saúde estável e que cinco deles já foram liberado. O Itacolomy informou que três dos cinco atendidos foram liberados; e, segundo o São Luiz, um dos pacientes, com fratura exposta em um dos dedos da mão direita, foi transferido para o hospital São Leopoldo. Outra vítima atendida no São Luiz sofreu queimaduras de terceiro grau na região abdominal.
Motivação
O governador José Serra (PSDB) afirmou que a manifestação dos policiais civis teve
motivação político-eleitoral. "Nessa manifestação estiveram cerca de mil pessoas, e a Polícia Civil tem 35 mil efetivos. Portanto trata-se de minoria. Mais ainda, nem todos que estão na manifestação são da Polícia Civil. Tem CUT, Força Sindical, outros sindicatos, partidos políticos, deputados de outros partidos, todos chamando para a manifestação, com uso claramente político-eleitoral", disse.
As afirmações do governador foram
rechaçadas por lideranças dos manifestantes. O delegado André Dahmer, diretor da Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado de São Paulo), culpou o governo do Estado pelo confronto. "Nós não queremos guerra. O governo não quer diálogo. Ele [governo] quer guerra."
O presidente do Sindicato da Polícia Civil de Campinas e região, Aparecido de Carvalho, também acusou o governo estadual pelo confronto. "É uma irresponsabilidade sem tamanho um governador, que se diz democrático, sabendo que homens armados vêm reivindicar salários e dignidade, colocar a PM, que é uma co-irmã, armada, correndo todos os riscos. O saldo disso poderiam ser diversas mortes de policiais."
As negociações entre grevistas e governo entraram em um impasse no dia 9 de outubro, quando um acordo parecia estar próximo. Na ocasião, lideranças dos policiais e representantes do governo se reuniram para buscar um consenso.
Uma proposta feita informalmente pelo governo acenava com reajuste salarial de 6,2%, extinção da 4ª e 5ª classe e a redução de três para dois níveis de salários adicionais. Os grevistas apresentaram uma contraproposta durante a reunião, que não foi aceita pelo governo. Desde então, o diálogo foi rompido.

G1

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A CRISE E O DEVER DE PROTEGER OS MAIS POBRES

Esta crise financeira mundial foi uma crônica da morte anunciada. A bolha da especulação, o verdadeiro cassino global que foi instalado só poderia dar no que deu. Agora querem dividir o prejuízo também com aqueles que nunca tiveram acesso ao cassino.
Ainda no primeiro semestre deste ano falei da tribuna do Senado e escrevi neste blog que, em meio a um quadro social mundial grave, em função da alta dos preços dos alimentos e, com uma crise de petróleo que veio para ficar, havia urgência de aumentar-se a produção de alimentos e industrial, para uma plena expansão do mercado interno, da renda da classe trabalhadora e da inclusão, porque era essa a nossa urgência: a dívida social.
Alertei sobre o perigo iminente, da marcha surda, lenta, subterrânea que resultaria na explosão da bolha da especulação imobiliária nos EUA, acompanhada da alta mundial do preço dos alimentos. Disse que não estaríamos blindados da economia internacional. O cassino é global e nosso país dele fez parte, basta ver os juros que ofereceu aos credores internos e internacionais.
Quando o Brasil comemorava os investimentos estrangeiros, recordes fiscais e o fato de ter sido considerado um bom país para o mundo investir, alertei que a bonança brasileira não seria permanente, porque não estávamos isolados do mundo. E insisti para que a bonança, os superávits fiscais, os ganhos nas exportações fossem usados para saldarmos nossa profunda dívida social.
As cartas da crise agora estão lançadas à mesa e é importante que o governo conte com coragem e senso de justiça social ao enfrentar esse jogo perigoso. Não podemos seguir o mau exemplo do governo Bush, que reagiu à crise lançando um pacote que vai ultrapassar um trilhão de dólares, mas com o estrito objetivo de salvar o setor financeiro, o grande responsável pela situação que hoje atinge a todos.
Acho que, no nosso caso, é preciso haver um amplo debate para que as medidas a serem tomadas protejam aquela grande massa que ainda não viu sua dívida social ser resolvida e que agora, com certeza, teme ter que pagar a conta maior da crise global.
Não vou entrar no mérito das medidas já adotadas pela equipe econômica do governo, pró-mercado financeiro. Mas considero pertinente que, na resposta à crise, sejam incluídas medidas a favor do mais fraco, medidas para aqueles que não têm defesas contra esta avalanche do capitalismo.
Que o governo se ocupe de costurar um pacote não-financeiro, um pacote social em favor do pequeno e médio produtor e daqueles que vivem de seu trabalho e não têm ações em bolsa e nem trabalham com derivativos, SWAPs e outros produtos financeiros sofisticados.


Senador Antonio Carlos Valadares PSB - SE

Pelo Brasil.

O Globo

Humor.

Lá ia o Manoel pela rua e encontra o seu amigo brasileiro.
Este está lendo um livro.
- Que livro estais a ler?
- É um livro de Lógica.
- E o que é lógica? pergunta o Português.
- É o seguinte - responde o Brasileiro procurando um exemplo -
O que você tem aí nesse saco?
- Comida para peixes
- responde o português.
- Então, pela LÓGICA, você deve ter um aquário!
- Estás certo! - exclama o português.
- Se tem aquário deve ter peixes!
- Estás certo!
- Se tem peixe deve ter um filho, que fica olhando os peixes!
- Estás certo!
- Se tem um filho deve ter mulher e gostar dela!
- Estás certo, o pá!!!
- Então és macho! Isto é LÓGICA!!!E o português saiu todo contente e comprou um livro de lógica para estudar também. Andando outro dia encontrou com seu patrício, o Joaquim, que lhe perguntou:
- Que livro estais a ler, Manuel?
- É um livro de LÓGICA! exclamou o português todo contente.
- E o que é lógica?E o Manuel, todo professoral, disse:
- Vou te dar um exemplo, TENS AQUÁRIO???
E o Joaquim respondeu:
- Não.
- ENTÃO TU ÉS GAY!!!!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O povo féio.

Denúncia de compra de votos em Rosário

Manifestantes acusam o prefeito eleito Etelvino Barreto (PMDB), de abuso de poder econômico e de uso da máquina administrativa

Manifestantes protestaram na entrada do MPFCidadãos de Rosário do Catete que defendem a candidato a prefeito vencido no último pleito eleitoral, Wagner Quintela (PSB), foram até o Ministério Público Federal (MPF), em Aracaju, para protestar contra irregularidades nas eleições. Eles acusam o prefeito eleito Etelvino Barreto (PMDB), de abuso de poder econômico e de uso da máquina administrativa. O Vino, como é conhecido o vencedor das eleições, foi apoiado pelo atual prefeito da cidade, Laércio Passos (PMDB).
De acordo com um dos manifestantes, o professor Givaldo Garção, Já foram protocoladas na comarca de Rosário do catete 22 denúncias contra o prefeito eleito. “Estamos confiantes na Justiça porque temos provas concretas das irregularidades”, assegura. Segundo ele, foram anexadas às denúncias cópias de cheques e de documentos de demissão de funcionários em cargos, que teriam sido vítimas de perseguição política.

Givaldo Garção diz que foram apresentadas provas das irregularidades nas eleiçõesOs manifestantes afirmam que Etelvino teria fornecido pagamento de até 2 mil reais para que pessoas tirassem de suas casas faixas de outro candidato. Alegam ainda que os pagamentos de benefícios sociais do município foram cortados de pessoas que demonstram interesse em votar no adversário político do grupo que administra a cidade atualmente.
A assessoria do procurador regional eleitoral Paulo Guedes informou que recebeu dos manifestantes uma cópia dos documentos que comprovariam as denúncias. Mas, o Ministério Público não teria a atribuição legal de investigar inicialmente essas denúncias. Os documentos serão encaminhados à promotora responsável pela região, Cecília Nogueira Guimarães
.


Por Zeca Oliveira e Raquel Almeida

Jackson pode ser o vice de Déda na eleição de 2010

Passadas as eleições municipais, o que se foca agora é o pleito de 2010. Já se discute sobre o candidato a vice do governador Marcelo Déda (PT), as duas vagas para o Senado e as oito para deputado federal.
Ontem, uma grande liderança política aliada do governador - que pediu que preservasse os eu nome - informou à coluna que já se fala na possibilidade de o deputado federal Jackson Barreto (PMDB) ser o vice de Marcelo Déda. Isso resolveria o problema para o Senado, cujas vagas ficariam com o próprio senador Valadares (PSB) e o deputado federal Eduardo Amorim (PSC).
Ao mesmo tempo que resolve o problema para o Senado, já que Jackson Barreto trabalhou nessas eleições assegurando o apoio dos prefeitos eleitos à sua candidatura a senador, cria-se um problema na escolha do vice. Isso porque tem o nome do atual vice, Belivaldo Chagas (PSB), que deseja permanecer como vice, e do presidente da Assembléia, deputado estadual Ulices Andrade (PDT), que almeja a vaga.
Belivaldo é um vice confiável e que não atrapalha o governo. É filiado a um partido que saiu fortalecido do processo eleitoral. Contra ele, talvez, o fato do PSB já ter uma vaga na chapa majoritária, que é a candidatura à reeleição do senador Valadares. Já Ulices tem se mostrado um aliado também leal, maleável e que soube construir um partido que também saiu fortalecido do processo eleitoral com a conquista de 12 prefeituras.
Não seria nenhuma desvantagem política para Jackson Barreto disputar a eleição como vice de Marcelo Déda em 2010. Isso porque, no caso de Déda ser reeleito, ele se afastará em 2014 - provavelmente para disputar a única vaga para o Senado - e Jackson assumiria o governo por nove meses, com o compromisso de disputar a reeleição.
Nesse caso, em 2014, Jackson enfrentaria um candidato de oposição apoiado pelo ex-governador João Alves Filho (DEM) e Marcelo Déda, provavelmente, disputaria com a senadora Maria do Carmo Alves (DEM) a única vaga para o Senado.
Pelo visto, em 2010 a maior disputa interna entre o bloco aliado do governador Déda pode não ser para o Senado - com Jackson, Valadares e Amorim disputando as duas vagas -, mas para vice ...
Agora, é aguardar chegar 2010. Com certeza, até lá, muita água vai rolar por debaixo da ponte ...

Fala Bush.

Enquanto isso em Brasília...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Orgulho de ser Brasileiro.

Um estudo recente conduzido pela Universidade Federal mostrou que cada brasileiro caminha, em media, 1.440 km por ano.Outro estudo feito pela Associação Médica Brasileira mostrou que na média o brasileiro toma 86 litros de cerveja por ano.Isso significa que na média, o Brasileiro faz 16,7 km por litro.

Isso me deixa muito orgulhoso de ser Brasileiro!

Prefeito eleito é ameaçado de morte

O prefeito eleito de Gararu, João Francisco, o "Chico do Povo" (PTC), está acusando a candidata derrotada Gilzete Dionízia, "Zete" (PMDB), de ameaçar matá-lo. Segundo o prefeito eleito, Zete tem dito em vários lugares da cidade que Chico não assumirá o comando da prefeitura.Chico disse que Zete colocou parentes, durante a campanha eleitoral, fardados como se fossem policiais militares, que usavam um carro Gol com giroflex e sirene, “intimidando os eleitores”.Ainda segundo o prefeito eleito, no último domingo, seu coordenador de campanha, José Acácio Santiago, teria sido espancado por aliados de Zete em um dos povoados de Gararu.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Desempenho da base de Déda

Analisando os votos recebidos por cada candidato a prefeito no interior do Estado pode-se mostrar uma densidade eleitoral maior do que o simples número dos prefeitos eleitos.

Na segunda-feira, 06, este espaço publicou uma tabela mostrando o fortalecimento dos partidos do grupo comandado pelo governador Marcelo Déda, elegendo cerca de 50 prefeitos, dezenas de vice-prefeitos e centenas de vereadores. Esse grupo tem os partidos PT, PSB, PMDB, PDT, PCdoB, PRB e outros menores. Sem falar dos partidos “neo-aliados” o PSC e o PR.
Se forem analisados todos os votos recebidos pela base de sustentação do governo Marcelo Déda o desempenho também é referendado. Analisando todos os votos recebidos para prefeito – vitoriosos ou não – pode-se constatar uma ampla maioria para estes partidos. Para se ter uma idéia – com exceção de Aracaju – em todos os outros municípios o PSB, obteve 158. 222 votos, ficando em primeiro lugar dos votos recebidos. Logo após vem o PDT com 133.057 votos, seguido do PMDB, com 105.239 votos. O PT obteve 68.791 votos em todos os prefeitos candidatos. E ainda tem os neo-aliados: PSC, com 83.197 votos e o PR, com 40.681 votos. Foram quase 600 mil votos dados a estes partidos. Ainda tem os 140 mil votos de Aracaju que podem ser contabilizados para todos os partidos já que foi um dos poucos palanques onde toda a base aliada esteve unida, com exceção do PMDB.
Esses números recebidos por cada prefeito dos partidos nos 74 municípios dá uma densidade eleitoral maior do que o simples número de prefeitos eleitos. O PSB, comandado pelo senador Valadares e o PDT, comandado pelo deputado Ulices Andrade, se consolidam como os partidos mais fortes do bloco governamental.

Outro dado interessante é o número de vice-prefeitos eleitos pela base aliada: o PSB elegeu 17 vice-prefeitos; o PT, 12 vice-prefeitos; o PMDB e o PDT, 6 vices, cada um; o PRB, três vice-prefeitos e o PCdoB um. Sem contar com os vices do PSC e do PR, que somados são 4. Sem contar o PSDB e o PPS que estão ingressando no bloco de neo-aliados respectivamente com 7 e 5 vice-prefeitos.

Os dados comprovam o bom desempenho dos partidos da base governamental e mostra se ficarem juntos em 2010, esses partidos podem eleger tranquilamente, não só as maiores bancadas para a Assembléia e a Câmara dos Deputados, mas também eleger os dois senadores. Basta bom senso e unidade. Se racharem podem perder a disputa para os candidatos da oposição. É preciso lembrar: João Alves está bem vivo e ainda é um referencial político em Sergipe, principalmente no interior.
Cláudio Nunes

Pacote do Bush é aprovado.

Bom humor pelo mundo.

Luciano Bispo pode se aproximar de Déda

O prefeito eleito de Itabaiana, Luciano Bispo de Lima (PMDB), disse durante entrevista ao radialista Gilmar Carvalho, na Ilha FM, que, a partir de janeiro de 2009, o deputado estadual Arnaldo Bispo de Lima (DEM), seu irmão, terá posição, na Assembléia Legislativa, "apenas, e tão-somente", consentânea com os interesses do munixcípio de Itabaiana.Luciano lembrou que, no final de 2006, disse que Arnadlo faria, pelo menos até as eleições deste ano, oposição ao governador Marcelo Déda (PT), por entender que o lugar do chefe do Executivo, em Itabaiana, era no palanque da atual prefeita, Maria Mendonça (PSB), derrotada na eleição dó último dia 5. O prefeito eleito lembrou que precisa do apoio dos governos federal e estadual e que vai levar em conta essa necessidade no momento de decidir seu futuro político.
NE

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Humor

Dois velhinhos conversam num asilo:
- Macedo, eu tenho 83 anos e estou cheio de dores e problemas.
Você, deve ter mais ou menos a minha idade.
Como é que você se sente?
-Como um recém-nascido!
-Como um recém-nascido?
-É.Sem cabelo, sem dentes e acho que acabei de mijar nas calças.

MP quer que prefeitura retire nomes de pessoas vivas de prédios públicos

O Ministério Público do Estado de Sergipe, através da Curadoria de Defesa do Patrimônio Público, baixou a Portaria nº 005, datada de 7 de outubro de 2008, e em conseqüência instaurou Inquérito Civil, que tem por finalidade cobrar do Município de Aracaju a retirada dos nomes de pessoas vivas dos prédios, logradouros e bens públicos em geral.No Documento, o Promotor de Justiça Alexandro Sampaio Santana, ressalta que é dever do MPE zelar pela defesa da ordem jurídica, fiscalizando o cumprimento da lei, e que para isso, foi necessário instaurar o Inquérito. A determinação vem cumprir o que fora decidido nos Procedimentos de Controle Administrativo nº 263 do Conselho Nacional de Justiça: proibir a atribuição de nomes de pessoas vivas aos bens público sob a administração do Poder Judiciário nacional. Pois os prédios são públicos e, portanto, pertencem à sociedade, e não a grupos particulares de indivíduos, que não podem atribuir aos edifícios a denominação que lhes agrade, mas aquela que reflita os interesses da própria sociedade.A Portaria também determina que as Secretarias Municipais de Administração, Saúde e Ação Social informem, dentro de 10 dias, a relação de prédios públicos, auditórios e pavimentos que tenham nomes de pessoas vivas. A partir daí, serão aplicadas as determinações previstas nos Procedimentos de Controle Administrativo.

NE


Prefeita Uita Barreto, aproveite esse bonde e retire logo alguns nomes de pessoas viva dos prédios públicos, iniciando pela Escola das Queimadas, Centro Educacional, Biblioteca entre outros órgãos públicos que levam o nome do atraso.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Uita Barreto vence em Ribeirópolis


Após 54 anos o grupo liderado pela família PASSOS perdem uma eleição municipal.


a atual prefeita Uita Barreto venceu com 51,23% totalizando 5.394 votos, contra 48,64% totalizando 5.121 votos. A prefeita eleita Uita Barreto fez maioria dos vereadores:


01 - Fonso de Nelso - PSB 799 votos

02 - Vaninha de Cajueiro - PDT 793 votos

03 - Flavio Passos - DEM 641 votos

04 - Evaristo Motorista - PSB 619 votos

05 - Noquinha - DEM 607 votos

06 - Pedrinho de Mainho - DEM 525 votos

07 - Polaque - PDT 510 votos

08 - Vado - DEM 507 votos

09 - Nage - PSB 480 votos